
Hard Boiled Armies
É isso mesmo, indo contra toda a onde de pirataria que rola na internet, acabei comprando um livro em formato digital para prestigiar o trabalho de quem vive – ou ganha uns trocos – com isso.
Hard Boiled Armies, ou HBA, é um PDF com 35 páginas, publicado pela One Bad Egg – a qual eu nunca tinha ouvido falar – que busca simular regras para batalhas entre exércitos usando as regras do Dungeons & Dragons 4e. Seguindo o padrão de diagramação da 4e com poucas ilustrações, o livro não é fluff e muito menos crunch. HBA é sobre abrir a cabeça e ver as regras de uma forma diferente.
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Os Munchkins nunca deixariam essas regras passarem em branco.
Bisbilhotando a comunidade de D&D 4e no Orkut encontrei um post interessante que chama a atenção para regras de Dungeons & Dragons 4e que podem ter passado batidas na leitura ou em muitas mesas por ai. Aqui vai uma lista de 17 regras, traduzidas pelo Cylon Breno de uma lista de 53 que foi postado originalmente no fórum da Wizards (clique aqui para ver a lista completa, em inglês).
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Isso vai doer um bocado amanhã.
Com a chegada da quarta edição do D&D, também vieram os descansos milagrosos, ou seja, nada como uma boa soneca após aquela peleja modhafocka com o Orcus para acordar zerado no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Nada de cicatrizes, queimaduras, dores nas costas ou ossos quebrados. Fácil não? Na minha mesa não!
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Seebo cantando uma gatinha na Taverna do Rato Morto (Imagem: Kicking Back de *RalphHorsley)
Início de campanha/aventura, o mestre determina o nível inicial e os jogadores começam a bolar seus personagens. Os munchkins logo começam a criar seus combos mothafuckas, outros (poucos) começam a trabalhar em prelúdios elaborados e profundos e por fim os jogadores casuais abrem os livros básicos e montam um personagem que vai servir ao propósito de divertir por aquela, e quem sabe mais algumas sessões.
Mas quando a sessão começa e os personagens começam a aparecer é que surge aquela sensação de déjà vu. Quando um jogador cria seu personagem, por mais que ele seja completamente diferente do anterior, seja em raça, classe ou até viva em outro cenário, será o mesmo jogador que irá interpretá-lo e final das contas eles vão agir de forma muito parecidas, e é exatamente daí que vem a sensação.
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Ilustração de JoeJesus
Na vida de todo rpgista existe um momento onde, pelo menos por um instante, o jogador, ou mais comumente o mestre, pensa em criar seu próprio universo. Um lugar onde todas as idéias e inspirações provenientes das mais diversas fontes colidem e se transformam em um mundo. Um lugar para heróis, vilões, NPCs, encontros aleatórios, ou sejá lá o for, ganharem vida vida e novos personagens se tornarem lendas.
Esse momento chegou para mim há muitos anos atrás, mas só começou a tomar forma no final do ano passado. Seu nome, a primeira coisa que veio a minha cabeça a respeito do cenário, é Zeross, e esses são seus primeiros esboços.
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